Mostrar mensagens com a etiqueta praias da nossa vida. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta praias da nossa vida. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 21 de julho de 2010

cayo largo - cuba

Continuando a etiqueta "Praias da Nossa Vida" que comecei no ano passado, aqui vai mais um verdadeiro pedaço de paraíso na terra: Cayo Largo no mar das Caraíbas. Geralmente quando o destino é Cuba e as pessoas querem fazer praia vão para Varadero que é bonito mas está pejado de turistas.


Pelo contrário, Cayo Largo, que fica sensivelmente a 80 km de Havana e aonde só se chega de avião, é um sossego. Quase não tem habitantes locais, a não ser o pessoal que trabalha nos hotéis e resorts, que também são 7 ou 8, não mais. O resultado são quilómetros de praias paradisíacas e desertas.

Com uma temperatura média de 27 graus, a água é cristalina e de uma beleza rara. A areia de coral é fina e fria, o que permite grandes passeios e ajuda à descoberta de novas praias, cada uma mais espantosa do que a anterior. Escusado será dizer que não saíamos de dentro de água e foi o único sítio onde eu estive que à noite se estava melhor dentro de água do que cá fora.

Os hotéis não são de luxo, mas são bastante agradáveis. Nós ficámos neste, Hotel Villa Lindamar, um conjunto de bungalows muito simpáticos, a uns 10 metros da praia.

Como vêm pelo interior do quarto, não há luxos, mas tinha tudo o que era preciso. Era limpo, tinha casa de banho privativa, televisão e mini bar. O sistema que escolhemos era "Tudo incluído", ou seja refeições e bebidas nos bares à descrição porque aliás, sem ser os restaurantes dos hotéis, não há mais nada.

Outros dos fascínios desta ilha é a fauna e a flora. O mar está cheio de estrelas do mar gigantes e multicoloridas, búzios, tartarugas e peixes tropicais. Mas o que que eu mais adorei foram os pelicanos, que são às dezenas. São um verdadeiro espectáculo. Um dos meus momentos favoritos era ao fim do dia ficar na praia a beber um whisky e a vê-los a mergulhar para apanhar peixe.

De uma forma geral, os cubanos são muitos simpáticos, cultos e hospitaleiros e também por isso adorámos a nossa estadia em Cayo Largo. Se estão a pensar ir a Cuba, é um sítio que aconselho vivamente. É mais barato que Varadero e muito, muito melhor.

Estas fotos foram tiradas da net porque quando viajo faço diapositivos e não os tenho digitalizado. De qualquer forma penso que mostram bem o esplendor desta ilha que apela Robinson Crusoé que temos dentro de nós.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Positano

Este fim de semana vamos para a nossa casa do Meco e claro, para a praia. Gosto deste mês de Setembro para me estender ao sol, já não está o calor tórrido de Agosto, há bastante menos gente nas praias e avizinha-se um nostálgico fim de verão. Esse espírito fez-me lembrar uma das praias da nossa vida, a praia de Positano, na costa Amalfitana no sul de Itália.



Estivémos lá em Outubro de 2000 no fim de uma grande viagem pela Sicília e pelas ilhas Éolicas, donde apanhámos um barco para Nápoles. Daí começamos a descer e fomos para Positano que é uma cidade única, toda encavalitada na montanha e com ar de que se vai despenhar no mar. As ruas são pequeninas e sinuosas, a vista, donde quer que se esteja, é sempre deslumbrante, o povo é caloroso e a comida excelente. E tem a ilha de Capri mesmo à frente.



Tudo isto termina nesta praia de areias negras e águas límpidas que, do ponto de vista de quem está a nadar, tem a vista mais espantosa que há. Aquelas montanhas gigantes, as nuvens em movimento, bom...é de cortar a respiração. (Cliquem na foto para ampliar)
Lembro-me que foi aí que demos o último mergulho, de estar dentro de água e pensar "este é o útimo dia de praia deste verão e não podiamos estar num sítio mais glorioso". Às vezes há momentos perfeitos.:)



Positano tem um lugar especial no meu coração e é dos sítios aonde gostava de voltar.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

scopello, sicília







Esta é outra das praias da nossa vida. É em Scopello, uma pequena aldeia pescatória que fica a uns 100 km de Palermo. A aldeia tem um pequeno hotel debruçado sobre o mar, 4 ou 5 restaurantes e pouco mais. Quase todas as casas alugam quartos, porque o hotel não chega e isso proporciona uma interacção engraçada com a população. É um local pacato, que parece adormecido no tempo daqueles dias infindáveis de céu e de mar.

No entanto, apesar de haver muitas praias à volta, a mais fantástica é esta. Está localizada num pequeníssimo porto, rodeada de 2 ou 3 casas e velhos armazéns que serviam os pescadores. Salpicados no meio do mar, estão uns penhascos imponentes, autênticas esculturas. Esta praia não tem areia. Na realidade estamos a falar de um pequeno porto desactivado agora usado como praia. As pessoas deitam-se numa rampa feita para subir os barcos, por isso não é uma praia para se ficar horas ao sol. É para se ir, tomar um bons banhos e ficares alí a deliciares-te com aquele sítio espantoso. A àgua é cristalina e de um azul escuro único e o fundo do mar toma tonalidades misteriosas com todas aquelas pedras submersas. É uma praia com alma, que sussura histórias e que te faz sonhar acordado.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Praia do Rio da Prata – Meco



Com dois feriados para gozar, a temperatura a subir e a praia a chamar por nós, eu e o R. fechámos a Loja e rumámos ao Meco. Temos lá uma pequena casa alugada há já 15 anos – é impressionante mas quando falamos de nós, os números sobem sempre a casa das dezenas loooooool – e é para lá que, quando pudemos, vamos passar uns dias a relaxar. A casa fica num sítio muito sosegado, é mínima, tem dois quartos, uma sala/cozinha com lareira, uma casa de banho e o melhor de tudo, um pátio só para nós, coberto com uma videira que nos dá sombra fresca e que faz dele a verdadeira sala da casa durantes os meses quentes de verão.
Isto para falar de outra das praias da nossa vida, a praia do Rio da Prata, uma das mais conhecidas da zona, célebre sobretudo por ser a praia dos nudistas. É uma praia excelente, protegida por uma falésia lindíssima e com um extenso areal. Os acessos não são fáceis, há que descer a falésia por um carreiro improvisado e é melhor ir sobretudo durante a semana porque tem pouca gente e se pode estar á vontade sem ter ninguém em cima de nós ;) O mês de Agosto também é de evitar pois aquilo vira Torremolinos, há quem goste, o que não é o nosso caso:(.
A praia é agradável por ter mix de pessoas muito heterógeneo, tem muitos gays, mas também tem famílias, crianças , velhos, o que torna o ambiente mais engraçado e menos gueto. Outra coisa de que gosto é a mistura entre quem se despe e quem fica de fato de banho. Há de tudo, famílias com os pais despidos e os filhos de calções, grupos de amigos uns nús outros não, enfim, cada um está como lhe apetece e tudo é olhado com a maior das normalidades, como tem que ser.
Há um problema, o mar.Tem que se ter muito cuidado porque é muito bravo, há dias em que é mesmo impossível nadar, dá para dar um mergulho e sair a correr antes de ser apanhado por uma daquelas ondas gigantes que são muito habituais por lá.
Chama-se Praia do Rio da Prata porque da falésia brota uma fonte de àgua doce que forma um pequeno riacho na areia e que batida pelo sol fica da cor da prata.

sábado, 30 de maio de 2009

Anse Lazio – Seychelles




Das coisas que mais detesto é estar um calor desgraçado durante o fim-de-semana e eu a trabalhar. Só penso em praia, sim porque eu sou mesmo um bicho de praia. Adoro torrar ao sol, nadar, conversar, ler e dormir que é uma coisa que adoro fazer na praia :).

Como vai começar o calor, vou postar ao longo do verão sobre algumas praias paradísiacas (e não só, também gostamos de outro género de praias) onde já estivémos a sorte e a felicidade de estar e que aconselhamos vivamente a quem as quiser descobrir.

Começamos pela praia de Anse Lazio que fica situada a norte da ilha de Praslin na Baía Chevalier e é considerada uma das mais belas do mundo, certamente uma das melhores do arquipélago. Foi isso que nos levou lá e estamos perfeitamente de acordo. Aliás, em termos de praias as Seycheles têm muito por onde se escolher, mas esta foi definitivamente uma das nossas favoritas.
É uma praia relativamente selvagem, enorme e as suas extremidades estão cheias das típicas rochas graniticas. Para se chegar à praia, tem que se atravessar uma zona densamente arborizada com as mais variadas espécies tropicais, com uma fauna estrondosa ( há morcegos frutívoros do tamanho de àguias a pairar no céu ) e depois dessa caminhada é um verdadeiro flash desembocar naquele paraíso. A areia é de coral, a àgua é verde turquesa, é funda – rapidamente se perde o pé – e tem ondas, não muito grandes mas que dão para brincar e mergulhar. A praia não é deserta mas nunca tem muita gente e é frenquentada pelos habitantes da ilha, o que é sempre um bom sinal. Agora, depois de escrever este texto, é que já me estou a passar completamente eheheheheheh! Que saudades, que mergulhos, que passeios... aqui fica a sugestão.