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segunda-feira, 12 de julho de 2010

bar do peixe - meco


O Bar do Peixe é um dos sítios onde gostamos de ir quando estamos na nossa casa do Meco. É o arquétipo do bar de praia, com muito boa onda a qualquer hora do dia ou da noite. O único problema é que às vezes está cheio demais. Fica na Praia do Moinho de Baixo.

Come-se bem, sobretudo petiscos. Estivemos lá a jantar à duas semanas e comemos ameijoas, camarões de Sesimbra, mexilhões, percebes, tudo muito fresco ou o Meco não fosse uma vila de pescadores. A acompanhar uma excelente sangria de champanhe, comme il faut! É um sítio muito agradável e relaxante. O preço médio é 30 euros por pessoa.

Também tem uma excelente esplanada e uma zona de chill out na areia. Esta foto é do ano passado, agora está com uma decoração muito mais gira. Outro aspecto importante é que lá para a meia-noite, a esplanada vira discoteca ao ar livre claro, com boa música, copos a rodar e malta gira. Este sábado à noite fomos lá e descobrimos que pela primeira vez estão a fazer umas fogueiras na praia e o ambiente fica muito animado, muito 60's, com as pessoas à volta fogueiras, umas sentadas, outras a dançar, charros a voar lol. Muito bom!

Outra coisa interessante de se ver passa-se ao pôr-do-sol, por volta das 8 da noite, quando os pescadores puxam as redes cheias de peixe na praia mesmo em frente ao bar. É um espectáculo a não perder e consegue-se comprar peixe ainda a saltar, logo ali directamente aos pescadores.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

tenham um bom fim-de-semana



Nós vamos para a casa da praia mas duvido que esteja bom tempo para nos estendermos assim ao sol. Mas nunca se sabe.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

não há nada como...



... ir no inverno para o Meco que é um ex-ex-libris do verão. Mas é muito bom, muito calmo e, no entanto, com tanto para fazer, tanto tempo para existir simplesmente ... vamos já pôr-nos a caminho. Que saudades da nossa casinha!:) Bamo lá!

sábado, 13 de junho de 2009

micro-clima

Ainda a propósito da nossa casa do Meco, há uma história gira sobre esta palmeira. Antes de alugarmos a casa lá, compramos aqui para a casa de Lisboa uma palmeirinha que devia ter uns 40 cms, se tanto. Nessa altura, tinhamos um casal gatos pretos que se chamavam Simão e Teresa, que baptizámos com o nome dos heróis trágicos do “Amor de Perdição” do Camilo. Ora passados um dia ou dois chegámos a casa e a palmeira jazia no chão estraçalhada pelos gatos e sem folhas praticamente nenhumas. Ainda a pusémos novamente no vaso a ver se recuperava, mas nada. Ficou mesmo só um tronco meio depenado que, por mais que regássemos, adubássemos, não manifestava o menor sinal de querer arrebitar. Era um espectáculo deprimente e pensámos em deitá-la fora.
Entretanto alugámos a casa do Meco e como tinhamos um pátio grande e apesar de tudo a palmeira era um ser vivo, enós por isso temos muito respeito, pensámos “não perdemos nada, levamo-la, se sobreviver, fantástico, se não, paciência, fizemos o que pudemos”. E assim foi. Levámos o tronco enfezadito e colocámo-lo no pátio à sombra. Estámos no fim do verão, ficámos um tempo sem ir ao Meco e nunca mais pensámos no assunto. De vez em quando iamos lá, o tronco estava na mesma e nem percebíamos se estava viva ou morta.
Uns tempos depois, e penso que foi no princípio da primavera seguinte, chegamos lá et voilá, a palmeirinha tinha duas folhas minúsculas. Aquele micro –clima é fantástico. A partir daí, foi só ir tratando dela, mudá-la de vaso e foi crescendo. Hoje está muito maior que nós, tem já seguramente mais de 2 metros. E continua linda.
Gostamos de pensar que ela é uma espécie de imagem de nós os dois, pois com o tempo o tronco dividiu-se em dois e ficou assim, um tronco uno que se divide em dois braços viçosos e fortes que são embalados juntos pelo vento.