Ontem tivemos almocinho cultural. Eu, a minha amiga PM, o meu sobrinho e um amigo dele fomos ver a muito falada exposição "A Perspectiva das Coisa - A Natureza-Morta na Europa" na Gulbenkian e adorámos.
A exposição tem como ponto de partida as transformações sofridas pela natureza-morta na modernidade, que vai da reinvenção da forma levada a cabo por Cézanne e estende-se a uma série de artistas activos no virar do século. Foi uma época fervilhante em que estes pintores tentaram alargar as práticas radicais do impressionismo e procuraram soluções para a aparente ausência de conteúdo subjectivo, ou seja do tema retratado.
A exposição é extraordinária porque ilustra de forma muito elucidativa, um dos períodos mais interessantes do pensamento e da história da arte do séc. XX. E claro, tem telas deslumbrantes. Eu como sou especial apreciador dos impressionistas deliciei-me com o Van Gogh, Manet, Gauguin e Matisse. Ver ao vivo estas telas é, de facto, um privilégio que às vezes só acontece uma vez na vida. Deixo-vos um pequeno documentário para vos abrir o apetite.
Imperdível.
Museu Calouste Gulbenkian, Av. de Berna 45A, Lisboa - Entrada: 5€
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
FRIDA KAHLO - AS SUAS FOTOGRAFIAS
Na semana passada, no nosso almocinho cultural do costume, eu e a minha minha amiga PM, escolhemos ir ver a recém inaugurada exposição "FRIDA KAHLO - AS SUAS FOTOGRAFIAS" no Museu Cidade. Esta mostra exibe um conjunto significativo de fotografias que serviram à pintora mexicana como recordação, ferramenta de trabalho ou como forma de exorcizar a solidão. São objectos pessoais como qualquer álbum de fotografias, e embora existam alguns, que se desengane quem vai à espera de ver múltiplos retratos da pintora.
Esta exposição que mostra uma série de fotografias que pertenciam ao acervo pessoal da artista, na sua maioria desconhecidas, divide-se em seis núcleos: Os Pais: Guillermo e Matilde; A Casa Azul; O Corpo Acidentado; Os Amores de Frida; A Fotografia e a Luta Política. Não se pretende apresentar uma cronologia da vida e obra de Frida Kahlo, mas antes, mostrar pedaços da sua história pessoal e da sua intimidade, de um país e de uma época, permitindo também descobrir novas facetas de uma das personalidades mais complexas e enigmáticas do século XX. (texto do site da exposição)
Uma das particularidades desta exposição é a recriação de um altar dos mortos bem colorido ao estilo mexicano, para que fiquemos também a perceber melhor a tradição e história deste país. Como ela dizia "Por isso a morte é tão magnífica, porque não existe. Só morre aquele que não viveu”.
Esta mostra exibe também um vídeo muito interessante (cerca de 30 minutos) com testemunhos de pessoas que conheceram a artista e não só, onde se podem descobrir várias facetas desta mulher extraordinária. A visitar absolutamente.
Museu da Cidade - Pavilhão Preto -
Campo Grande, nº 245 -
HORÁRIO - 3ª – DOM | 10H-13H/14H-18H
- À sexta-feira, encerra às 22h. -
Encerra às segundas e aos feriados -
Tel. (+351) 217 513 200 -
Entrada – €3
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Veolia Água Fotógrafos da Natureza 2010
Hoje foi dia de almocinho cultural e eu e a minha amiga PM escolhemos esta exposição patente nos Museus da Politécnica. A exposição tem excelentes fotografias e está bem montada, as fotos são apresentada em caixas de luz numa sala escurecida, o que ajuda a valorizar cada uma delas. O único senão é o preço - 4 euros - mas tendo em conta que o bilhete dá acesso ao museu e a pelo menos mais duas exposições, esse factor esbate-se.
Desde paisagens espectaculares e arrebatadoras a retratos íntimos do comportamento animal, a exposição «Fotógrafos da Natureza » oferece uma perspectiva ímpar da beleza, do drama e da diversidade do mundo natural.
Propriedade do Museu de História Natural de Londres e da revista BBC Wildlife, a exposição é uma mostra de fotografias do mais alto nível, sublinhando a conservação da vida selvagem e inspirando o amor pela Natureza. Todos os anos, o Museu recebe milhares de inscrições. Após a avaliação por parte de um painel de especialistas, as imagens vencedoras passam a integrar a exposição. Em todo o mundo, fotógrafos da natureza, tanto profissionais como amadores, ambicionam vencer este concurso. A fotografia perfeita depende do conhecimento da Natureza, da competência técnica, da criatividade, da paciência e da paixão.
Museu Nacional de História Natural e da Ciência
Universidade de Lisboa
Rua da Escola Politécnica, 56; de 29 de Setembro de 2011 a 30 de Dezembro de 2011.
Horário:
3ª a 6ª das 10h-17h,
Sábado e Domingo das 11h-18h,
Encerra à 2ª e feriados.
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
useless
Hoje eu a minha amiga PM tivemos almocinho cultural e escolhemos ir ver a exposição "Useless" no âmbito da ExperimentaDesign.
Fruto de décadas de uma produção altamente especializada para responder às necessidades de um quotidiano cada vez mais complexo, vivemos cercados de milhares de objectos cuja utilidade está hoje mais que nunca em causa.
A crise dos mercados, a problemática energética, a nova ética da sustentabilidade económica, social e ambiental, estão a empurrar a sociedade contemporânea para um questionamento aprofundado daquilo que é, finalmente, útil. E por útil entenda-se necessário, pertinente, passível de cumprir uma função. Quase automaticamente, esta condição ou estado de útil é convertida em apreciações éticas ou de um “moralismo projectual” – o útil é bom, é positivo, é uma mais-valia, é pertinente e desejável
Useless? Uma Perspectiva Explodida, de Jonathan Olivares (US), centra-se nos efeitos e impactos dos objectos, na sua génese e operacionalização junto de indivíduos e contextos, enquanto Useless? A Procura da dupla Hans Maier-Aichen (DE) e Max Bruinsma (NL) expõe e critica as lógicas tirânicas da economia de mercado e como estas na realidade ditam, em vez de seguir, a funcionalidade intrínseca dos objectos e utilidade daí decorrente. Situando-se na génese do objecto, A Procura denuncia a forma como o processo projectual está constrangido por previsões e cálculos de natureza financeira dos quais a utilidade se torna uma função. Por seu turno, Uma Perspectiva Explodida centra-se na fase posterior da sua existência, analisando o desempenho e repercussão alargada do objecto enquanto unidade funcional e material num contexto espacial e temporal. Useless? coloca várias questões, pondo em causa a utilidade e a sua relação com a funcionalidade e a relevância – real ou fabricada – dos objectos que nos rodeiam.
(texto do site da exposição)
A exposição é interessante sobretudo para quem gosta de interpretar conceitos e de sociologia.
No MUDE - Museu do Design e da Moda
Rua Augusta, 24
1100-053 Lisboa
até 27 Nov - entrada gratuita
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Próximo Futuro
Com o verão a terminar, eu e a minha amiga PM recomeçámos o nosso programa dos almocinhos culturais com uma visita à Gulbenkian para ver esta exposição patente nos jardins da Fundação.
À semelhança do que aconteceu nas edições anteriores de Verão do Programa Gulbenkian Próximo Futuro (2009 e 2010), este ano os visitantes do Jardim Gulbenkian são mais uma vez interpelados por um conjunto de novas obras, instalações e esculturas criadas expressamente para este Programa.
São manifestações de arte pública que pretendem equacionar a importância e pertinência deste tipo de criação. Assim acontece com Cocoon (Casulo), da jovem artista plástica Nandipha Mntambo, nascida na Suazilândia em 1982, que vive e trabalha na África do Sul. A obra que criou para o Próximo Futuro envolve a dimensão mágica e estranha da condição humana.
Noutro ponto do Jardim, descobrimos a instalação However Incongruous, do colectivo indiano Raqs Media, uma peça surpreendente que nos remete para um tempo anterior.
Até 30 de Setembro, oportunidade ainda para desfrutar das sombras proporcionadas pelos Chapéus-de-sol que a arquitecta Inês Lobo concebeu no ano passado para o Jardim Gulbenkian e que este Verão são recuperados, servindo de tela para os desenhos dos artistas Rachel Korman (Brasil), Bárbara Assis Pacheco (Portugal), Isaías Correa (Chile) e Délio Jasse (Angola).
A Tenda de cores fortes, que no ano passado animou uma das margens do lago, também estará de volta ao jardim, desta vez para albergar uma biblioteca de obras de autores sul-americanos e africanos.
Só até 30 de Setembro. Entrada livre.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
Exposição de Fotografia " Lisboa, da Avenida Dona Amélia à Almirante Reis"
Sexta-feira passada eu e minha amiga PM tivemos mais um almoçinho cultural e escolhemos visitar esta exposição. É um trabalho interessante que permite ter uma ideia da evolução que esta zona da cidade teve ao longo dos anos.

A presente exposição (patente no Arquivo Municipal de Lisboa - Arquivo fotográfico), sobre a avenida Almirante Reis, insere-se no âmbito do levantamento fotográfico sistemático e actualizado do património cultural da cidade, nas suas diversas vertentes, o qual constitui um aspecto estruturante da missão do Arquivo.
Dedicada à promoção da cidade, tem como tema dominante o “antes e depois” e as imagens abrangem um período cronológico que vai desde finais do século XIX à actualidade, uma vez que foi feito um levantamento fotográfico actual da avenida pelo fotógrafo e conservador do Arquivo, Luís Pavão (Dezembro 2010 a Março 2011).
O Arquivo Municipal de Lisboa - Arquivo fotográfico está localizado na Rua da Palma, 246. A exposição decorre de 08 a 16 de Julho de 2011 e a entrada é gratuita.

A presente exposição (patente no Arquivo Municipal de Lisboa - Arquivo fotográfico), sobre a avenida Almirante Reis, insere-se no âmbito do levantamento fotográfico sistemático e actualizado do património cultural da cidade, nas suas diversas vertentes, o qual constitui um aspecto estruturante da missão do Arquivo.
Dedicada à promoção da cidade, tem como tema dominante o “antes e depois” e as imagens abrangem um período cronológico que vai desde finais do século XIX à actualidade, uma vez que foi feito um levantamento fotográfico actual da avenida pelo fotógrafo e conservador do Arquivo, Luís Pavão (Dezembro 2010 a Março 2011).
O Arquivo Municipal de Lisboa - Arquivo fotográfico está localizado na Rua da Palma, 246. A exposição decorre de 08 a 16 de Julho de 2011 e a entrada é gratuita.
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almoçinho cultural
sexta-feira, 3 de junho de 2011
estufa fria
Hoje tivémos almoçinho cultural e decidimos ir ver a "nova" Estufa Fria, "nova" porque esteve fechada para remodelações e restauro durante 2 anos. E de facto, está como nova. Vale a vista. A estufa tem três áreas distintas: a fria, a doce e a quente.
O nome “Estufa Fria” resulta do facto de esta não utilizar qualquer sistema de aquecimento. As diferentes características das outras estufas [ambas para plantas mais exóticas], com cobertura de vidro, por isso com temperatura mais elevada, distinguem-nas como estufas quentes. O ripado de madeira que cobre a Estufa Fria, substituindo os velhos estores de madeira usados em tempos, serve para proteger as plantas do rigor do Inverno e do calor excessivo no Verão.
Essas ripas inamovíveis condicionam a intensidade da luz, proporcionando uma temperatura adequada ao desenvolvimento de espécies originárias de diversos países ou regiões: China, Austrália, México, Perú, Brasil, Antilhas, Península da Coreia entre outras.
Estufa Fria
História: No local onde actualmente se encontra o complexo da Estufa Fria existia, na viragem do séc. XIX, uma pedreira de onde se extraía basalto. Devido à existência de uma nascente de água que comprometia a extracção da pedra, a pedreira deixou de laborar. A cova da pedreira foi então aproveitada por um modesto jardineiro para albergar espécies vegetais oriundas do mundo inteiro, que iriam servir no plano de arborização da Avenida da Liberdade. A 1.ª Guerra Mundial atrasa este plano e as plantas vão criando raízes no pequeno local abrigado. Em 1926, o arquitecto e pintor Raul Carapinha, tendo ali encontrado um agradável espaço verde, idealiza um projecto para o transformar na Estufa, a qual é concluído em 1930 e inaugurado oficialmente três anos depois. Nos anos 40, todo o Parque Eduardo VII sofreu alterações, adoptando a forma que actualmente lhe conhecemos.
Estufa Doce
Estufa Quente
Localização
Parque Eduardo VII
Área
1,51ha
Horário
Aberto todos os dias das 09h00 às 17h00 com ultima entrada às 16h30 (Outubro-Março), das 09h00 às 18h00 com ultima entrada às 17h30 (Abril-Setembro). Encerra dias 1 de Janeiro, 25 de Abril, 1 de Maio e 25 de Dezembro.
Nós entrámos gratuitamente, não sei por ser altura das Festas de Lisboa, mas sei que geralmente se paga um euro e meio ou coisa assim.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Engenheiro Duarte Pacheco
A semana passada eu e a minha amiga PM tivemos almoçinho cultural e decidimos ir ver esta exposição sobre um dos portugueses mais geniais do séc. xx. Embora pequena, a exposição é bastante esclarecedora, sobretudo pelos filmes cedidos pela Cinemateca Portuguesa que ilustram de forma clara o nosso país antes e depois de Duarte Pacheco.

A exposição "Duarte Pacheco - do Técnico ao Terreiro do Paço", ilustra o engenho e obra de um dos políticos que mais marcou o país no século XX, que estará patente no Átrio do Pavilhão Central no Campus Alameda, até ao dia 23 de Novembro de 2011. A exposição está aberta ao público em geral de Segunda-feira a Sábado entre as 10:00 às 20:00.
Duarte Pacheco, nascido em Loulé no virar do século, veio para Lisboa aos dezassete anos atraído pela fama do ensino da Matemática de uma jovem Escola. Formado pelo IST em 1923, quatro anos depois, em 1927, o Conselho Escolar determinava por unanimidade a sua nomeação como Director do Instituto Superior Técnico.
Esta exposição não pretende ser exaustiva mas sim transmitir a imagem do génio e visão que permitiu a grande transformação do País na primeira metade do século XX.

Obra
Em 1933, o engenheiro Duarte Pacheco inicia uma profunda modernização dos serviços dos Correios e Telecomunicações por todo o país. Neste mesmo ano, nomeia uma Comissão Técnica para estudar e elaborar um plano que pudesse levar à construção de uma ponte sobre o rio Tejo, ligando Lisboa, pela zona do Beato a Montijo. Chega mesmo, no ano de 1934, a propor a construção de uma ponte rodo-ferroviária, em Conselho de Ministros.
É autor de projectos dos "novos Bairros Sociais" de Alvalade, Encarnação, Madredeus e Caselas, em Lisboa. Mandou construir a primeira autoestrada Lisboa-Vila Franca de Xira, pioneira da A1. Projectou a actual Av. de Roma, em Lisboa, da forma como ainda hoje permanece, do ponto de vista imobiliário.
Ao longo da sua carreira, quer como professor ou estadista, Duarte Pacheco promoveu, e revolucionou, o sistema rodoviário de Portugal, para além das inúmeras construções de obras públicas que mandou executar, tais como a marginal Lisboa-Cascais, o Estádio Nacional, e a Fonte Luminosa, em Lisboa. Foi sua, também, a criação do Parque de Monsanto, e contribuiu para a construção do aeroporto da cidade de Lisboa. Foi também, o grande responsável pela Organização da Exposição do Mundo Português, acontecimento singular do Século XX que influenciou em muitos aspectos o ritmo cultural das décadas que se seguiram.
Dignificou até ao extremo a profissão de Engenheiro. Procurou sempre um sentido estético e cultural para toda a sua obra. Participou mais do que seria de esperar de um político, nas soluções técnicas a por em prática, estudadas pela noite dentro no Terreiro do Paço. Teve um poder concretizador e iniciativas de dimensão a pensar no futuro. Duarte Pacheco foi um verdadeiro revolucionário.
Entrada Gratuita.

A exposição "Duarte Pacheco - do Técnico ao Terreiro do Paço", ilustra o engenho e obra de um dos políticos que mais marcou o país no século XX, que estará patente no Átrio do Pavilhão Central no Campus Alameda, até ao dia 23 de Novembro de 2011. A exposição está aberta ao público em geral de Segunda-feira a Sábado entre as 10:00 às 20:00.
Duarte Pacheco, nascido em Loulé no virar do século, veio para Lisboa aos dezassete anos atraído pela fama do ensino da Matemática de uma jovem Escola. Formado pelo IST em 1923, quatro anos depois, em 1927, o Conselho Escolar determinava por unanimidade a sua nomeação como Director do Instituto Superior Técnico.
Esta exposição não pretende ser exaustiva mas sim transmitir a imagem do génio e visão que permitiu a grande transformação do País na primeira metade do século XX.

Obra
Em 1933, o engenheiro Duarte Pacheco inicia uma profunda modernização dos serviços dos Correios e Telecomunicações por todo o país. Neste mesmo ano, nomeia uma Comissão Técnica para estudar e elaborar um plano que pudesse levar à construção de uma ponte sobre o rio Tejo, ligando Lisboa, pela zona do Beato a Montijo. Chega mesmo, no ano de 1934, a propor a construção de uma ponte rodo-ferroviária, em Conselho de Ministros.
É autor de projectos dos "novos Bairros Sociais" de Alvalade, Encarnação, Madredeus e Caselas, em Lisboa. Mandou construir a primeira autoestrada Lisboa-Vila Franca de Xira, pioneira da A1. Projectou a actual Av. de Roma, em Lisboa, da forma como ainda hoje permanece, do ponto de vista imobiliário.
Ao longo da sua carreira, quer como professor ou estadista, Duarte Pacheco promoveu, e revolucionou, o sistema rodoviário de Portugal, para além das inúmeras construções de obras públicas que mandou executar, tais como a marginal Lisboa-Cascais, o Estádio Nacional, e a Fonte Luminosa, em Lisboa. Foi sua, também, a criação do Parque de Monsanto, e contribuiu para a construção do aeroporto da cidade de Lisboa. Foi também, o grande responsável pela Organização da Exposição do Mundo Português, acontecimento singular do Século XX que influenciou em muitos aspectos o ritmo cultural das décadas que se seguiram.
Dignificou até ao extremo a profissão de Engenheiro. Procurou sempre um sentido estético e cultural para toda a sua obra. Participou mais do que seria de esperar de um político, nas soluções técnicas a por em prática, estudadas pela noite dentro no Terreiro do Paço. Teve um poder concretizador e iniciativas de dimensão a pensar no futuro. Duarte Pacheco foi um verdadeiro revolucionário.
Entrada Gratuita.
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
jardim botânico e borboletário
Hoje eu e minha amiga PM tivemos almoçinho cultural e decidimo-nos por um passeio ao ar livre.

O Jardim Botânico possui plantas incluindo briófitos, líquenes e fungos de Portugal, do resto da Europa, de outros continentes e de ilhas Atlânticas, do Índico e do Pacífico constituem o espólio deste museu, cujas colecções históricas remontam ao século XVIII, coligidas em expedições e viagens em África, Brasil, Ásia e Timor.

O Jardim tem uma área de 4 ha onde se observam espécimes vegetais oriundos de diversas partes do Mundo, entre as quais sobressaem Cicadácias, Gimnospérmicas, palmeiras e figueiras tropicais. Sementes de espécies raras e ameaçadas são preservadas no Banco de Sementes.


O Lagartagis/Borboletário é a primeira estufa aberta ao público no Jardim Botânico de Lisboa, destinada à criação de borboletas comuns da fauna europeia.

É um jardim com plantas mediterrânicas habitado por mais de dez espécies de borboletas, que poderão ser observadas nas diversas fases do seu ciclo de vida: ovo, lagarta, crisálida e adulto.

E agora que é primavera o ambiente é absolutamente mágico com dezenas de borboletas coloridas e diferente a esvoaçar à nossa volta.

Vale mesmo a pena!

Jardim Botânico da Universidade de Lisboa
R. Escola Politécnica, 58
1250-102 Lisboa
Telefone: +351 213 921 800
Preço: €2,5 (jardim + borboletário)
O Jardim Botânico possui plantas incluindo briófitos, líquenes e fungos de Portugal, do resto da Europa, de outros continentes e de ilhas Atlânticas, do Índico e do Pacífico constituem o espólio deste museu, cujas colecções históricas remontam ao século XVIII, coligidas em expedições e viagens em África, Brasil, Ásia e Timor.

O Jardim tem uma área de 4 ha onde se observam espécimes vegetais oriundos de diversas partes do Mundo, entre as quais sobressaem Cicadácias, Gimnospérmicas, palmeiras e figueiras tropicais. Sementes de espécies raras e ameaçadas são preservadas no Banco de Sementes.


O Lagartagis/Borboletário é a primeira estufa aberta ao público no Jardim Botânico de Lisboa, destinada à criação de borboletas comuns da fauna europeia.

É um jardim com plantas mediterrânicas habitado por mais de dez espécies de borboletas, que poderão ser observadas nas diversas fases do seu ciclo de vida: ovo, lagarta, crisálida e adulto.

E agora que é primavera o ambiente é absolutamente mágico com dezenas de borboletas coloridas e diferente a esvoaçar à nossa volta.

Vale mesmo a pena!

Jardim Botânico da Universidade de Lisboa
R. Escola Politécnica, 58
1250-102 Lisboa
Telefone: +351 213 921 800
Preço: €2,5 (jardim + borboletário)
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